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terça-feira, 21 de maio de 2019

Janaína critica imobilismo do Bolsonaro e questiona condição política

      Foto; Marcelo Camargo/Agência Brasil

Deputada estadual pelo PSL de São Paulo, Janaína Paschoal tem feito de seu twitter uma plataforma para criticar a condução do governo Jair Bolsonaro, que é do mesmo partido. Na segunda-feira, 20, a deputada voltou a apresentar motivos pelos quais não defende a manifestação marcada para o próximo domingo, 26, em apoio ao governo.

"O governo se colocou na situação em que está", twitou Janaína, nominando a situação de "imobilismo". "E chama as pessoas para tirá-lo do imobilismo. Porque? Na sequuência de publicações, a deputada relembrou episódios que, na sua visão, seriam erros cometidos pelo governo e que ajudaram a compor o quadro atual. Jananína citou o apoio do PSL a Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal.

Na ocasião, ela diz ter apoiado "candidatos mais identificados com os ideais pelos quais lutamos" e disse que o governo iria se "arrepender amargamente" pelo apoio dado a Maia. A deputada também mencionou a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, que retirou poder do governo sobre o orçamento. Apesar da PEC ir contra os interesses do Planalto, deputados governistas votaram pela aprovação da proposta.

Janaína citou os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Carla Zambelli (PSL-SP) que aderiram à PEC.  "Confrontados com a falta de racionalidade dos votos gravaram vídeos, tentando convencer de que o governo teria ganhado ao perder", escreveu Janaína. Por fim, a deputada, que em 2018 foi convidada por Bolsonaro para compor sua chapa presidencial, recapitulou o que entende como falhas do presidente.

 "Tivesse o presidente apoiado um presidente da Câmara coerente com os novos paradigmas, tivesse orientado seus líderes a votar contra medidas restritivas de seus poderes, tivesse se esforçado para defender a Previdência e, ainda assim, o Congresso o estivesse sabotando, obviamente, eu apoiaria as manifestações", escreveu. "Mas não foi isso que aconteceu. Porque?

Notícias ao Minuto


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