Reprodução Record TV
Carina e Ana Flávia estão separadas na prisão, contudo,
conversam aos gritos, já que as celas estão a 7 metros uma da outra. A polícia
evita permitir que elas tenham contato durante o banho de sol porque o caso
ainda está sendo investigado.
Suspeitas confessam participação no roubo de família morta
De acordo com Percival de Souza, a conversa se dá aos berros
e com juras de amor entre os corredores. Mesmo após a tragédia familiar, o amor
entre elas não está abalado. Uma pergunta se a outra já se alimentou e continuam jurando que 'ninguém irá separá-las'.
Os corpos de Flaviana Gonçalves, de 40 anos e Romuyuki
Gonçalves, de 43 anos, e do filho mais novo do casal, Juan Gonçalves, de 15,
foram encontrados carbonizados em uma região de mata na Estrada do Montanhão,
em São Bernardo, na madrugada do dia 28 de janeiro. Ana Flávia é a filha mais
velha do casal.
Cinco pessoas já foram presos suspeitas do crime. Além do
casal formado por Carina Ramos e Ana Flávia Gonçalves, três homens que teria
realizado o assalto foram detidos. Há ainda um suspeito procurado pelas
autoridades.
O caso
Três corpos carbonizados foram encontrados dentro de um Jeep
Compass em uma área de mata na Estrada do Montanhão, área de mata em São
Bernardo do Campo, no ABC Paulista, na madrugada de terça-feira (28). Quando as
equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local, o veículo
ainda estava pegando fogo.
Os corpos eram de Flaviana Gonçalves, de 40 anos, de
Romuyuki Gonçalves, de 43 anos, e do filho mais novo do casal, Juan Gonçalves,
de 15.
A filha mais velha do casal, Ana Flávia Gonçalves, de 24
anos, e a mulher dela, Carina Ramos, de 31, tiveram prisão temporária de 30
dias decretada na noite de quarta-feira (29). A polícia justificou o pedido de
prisão alegando contradições no depoimento do casal.
De acordo com a polícia, no primeiro depoimento as suspeitas
mencionaram que a família tinha uma dívida com um agiota e que Flaviana teria
saído de casa de madrugada para realizar o pagamento e depois seguiria para
Minas Gerais. A presença do adolescente no carro, porém, fez a polícia
desconfiar da versão.
A Polícia Civil já tinha como uma das linhas de apuração uma
possível briga familiar. Os outra pais, segundo os investigadores, não
aceitavam o relacionamento da filha com mulher.
Fonte: R7

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